Olhem os dois meses com menor índice de chuvas na República Dominicana!!!
hehehehehehehehehe...
Índice Pluviométrico
Novas emoções, novas sensações, novos tropeços, novas lições! (não, este blog não tem um tema de interesse público, não se discute nada, nem é tratado como site - segue apenas a idéia inicial de um blog)
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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Previsão do tempo Punta Cana, República Dominicana - Worldmeteo
Previsão do tempo Punta Cana, República Dominicana - Worldmeteo
Eis o que me espera...
Tomara que melhore até dia 16...
Lá ainda é inverno, dia 16 já são os últimos dias antes da primavera...
Faltam poucos dias...
É impressionante o quanto somos capazes de focar nossa atenção em outras coisas e simplesmente ignorar o que antes parecia um pedregulho no nosso sapatinho de bico fino!
Da última postagem até aqui, nada mudou. Nem as pessoas, nem os compromissos, sequer o corte de cabelo!
Mas a minha viagem está cada vez mais próxima, minhas férias também. E resolver tudo que este período envolve está absorvendo tanto do meu tempo que faltam horas para refletir sobre coisas negativas.
Cada reserva concluída é uma pequena vitória! Assumir tantos desafios me motivou: onde me hospedar? Quanto custa um hotel? Como reservar? Quanto posso pagar? Quantos dias ficar? E bagagem? E evitar extravios? Passaporte? Visto? Vacina de febre amarela?????? Carteira Internacional de Vacinação????? Quanto levar em dinheiro? Precisa avisar pro cartão de crédito que eu vou viajar??? Mas já é internacional!!! E celular, devo levar? Que roupas eu levo? Será que vai fazer frio? Preciso de um biquíni novo... Veio o terremoto... Mas nem ele foi capaz de me fazer sequer sonhar em desistir de ir!
Depois de tantos anos enclausurada aqui, motivação no trabalho é algo que eu perdi quando assinei minha última carta de demissão... E tratar sozinha de tantos detalhes me deixou tão empolgada que eu fui isolando a cada dia as coisas ruins que estavam me abatendo nas últimas semanas. Trabalho? Ele que se exploda, tô saindo de férias! Solidão? Que se dane, eu vou PRO CARIBE!
Sinceramente, eu tô chegando a uma conclusão: uma mulher amarga não é apenas a mal-amada, é também a "mal-viajada"! Se eu não precisasse trabalhar (nem ganhasse o que eu ganho), acho que eu viajaria todo fim de semana. O mundo é tão grande, tem tanta coisa legal pra se conhecer, por que eu teria que chorar em casa por solidão??? NÃÃÃÃÃOOO!
Claro que, se eu pudesse fazer tudo isto a dois, teria um gostinho a mais. Mas as últimas viagens que fiz foram acompanhada e nem por isso aproveitei mais ou fui mais feliz (aliás, muito pelo contrário). Florianópolis foi uma sucessão de brigas estúpidas, Maceió foram 7 dias no Paraíso com um capeta me infernizando e Natal foi uma sucessão de chantagens que se estendeu por várias semanas.
Tem melhor companhia pra mim do que a própria Larissa Luz??? Baladeira, aventureira, acorda na hora que eu quiser, não fica me pressionando pra fazer algo que eu não quero, gosta de comprar as mesmas coisas que eu...
Eu gostaria de um(a) amigo(a) pra ir cmg... Vou levar quinze dias pra poder contar pra todo mundo tudo que eu tô vendo!!! Eu vou tentar atualizar o povo por aqui, pelo twitter, pelo Orkut, pelo Facebook, por tudo digital que eu conseguir acessar - onde tiver internet, né? E que não leve mais do que meia hora, não vou ficar perdendo meu tempo na internet!
Eu tô feliz pá caraio!!! 7 países em 15 dias! Cheios de muito mar azul, peixinhos, golfinhos, música caribenha, mojito, baladas... Vazios de lamentações, de aporrinhações, de responsabilidades, de compromissos chatos...
Se eu não me desapaixonar agora, vou apelar pra hipnose! rs... Às vezes acho que consigo conviver bem com esse relacionamento "em branco", às vezes tenho vontade de me afastar de vez... O que tá me incomodando é que realmente o mercado tá difícil pra substituir a peça com defeito! rs...
Brincadeiras sobre paixão à parte... Ontem de noite tive pesadelos ainda com o estrupício (sonhar com ele é sempre pesadelo)... Sonhei que o ouvi falando mal de mim da época em que estávamos juntos. Queria saber pq pombas eu ainda tenho que sonhar com estas coisas! E o que me importa se falou, se fala ou se ainda vai falar? Pq tem horas que isso tudo ainda incomoda? Será mágoa pela falta de consideração qdo eu me dediquei tanto, raiva pelos anos que perdi ou apenas uma manifestação de solidão? Não sei. Nem quero focar nisso. Como eu disse, temos a capacidade incrível de focar em coisas que nos fazem bem, e apertei meu botãozinho * pra focar lá (se não entendeu, me pergunta, é coisa de fotógrafo! rs...)
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Tantas coisas acontecendo...
Esta fase ruim parece que não passa!
Estes dias em que não fui trabalhar, apesar de não ter feito nada de diferente, estou serena. Acho que só o fato de não ter que me torturar indo para aquele lugar já me fez bem, mas saber que tenho que voltar em poucas horas já está me preocupando. Hoje tive (e ainda estou com) dor de cabeça, há semanas que eu não tinha. Deve ser alergia ao emprego! rs...
Sinto-me ansiosa com as minhas férias. Neste feriado, reservei quase tudo que faltava, só falta o hotel em Punta Cana. Dormi um pouco pra ver se a dor de cabeça passava e sonhei com o show do Guns! Não vejo a hora de chegar!
Sinto-me cansada. Quero tempo pra me dedicar mais às minhas férias, ao curso online que eu paguei e mal fiz a primeira aula, ao CPA-10 que eu paguei e nem marquei a prova porque não estudei... Tenho que ir ao laboratório, cliente, encadernação... Não tenho vontade de fazer nada!
Sinto-me carente às vezes. Isso me mata. Não pela carência, mas pq não gosto qdo me sinto assim. A descoberta sobre mtos "amigos" (que fez eu me afastar graças à falsidade destes) me atingiu, a perda do Tuxi também. Queria outro gato pra me fazer companhia, meu pai não deixa. Não pra substituir o Tuxi, ele é insubstituível, mas pra me fazer um pouco mais feliz. Gatos são companheiros e me fazem bem.
Eis que lá vem mais um dia de trabalho... Queria não ir, ficar na minha casa e fim! Mas... Ter contas a pagar é esta merda...
sábado, 13 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Hoje essa música não me sai da cabeça...
A Via Láctea
Legião Urbana
Composição: Dado Villa-Lobos/ Renato Russo/ Marcelo BonfáQuando tudo está perdido
Sempre existe um caminho
Quando tudo está perdido
Sempre existe uma luz...
Mas não me diga isso...
Hoje a tristeza
Não é passageira
Hoje fiquei com febre
A tarde inteira
E quando chegar a noite
Cada estrela
Parecerá uma lágrima...
Queria ser como os outros
E rir das desgraças da vida
Ou fingir estar sempre bem
Ver a leveza
Das coisas com humor...
Mas não me diga isso...
É só hoje e isso passa
Só me deixe aqui quieto
Isso passa
Amanhã é um outro dia
Não é?...
Eu nem sei porque
Me sinto assim
Vem de repente um anjo
Triste perto de mim...
E essa febre que não passa
E meu sorriso sem graça
Não me dê atenção
Mas obrigado
Por pensar em mim...
Quando tudo está perdido
Sempre existe uma luz
Quando tudo está perdido
Sempre existe um caminho...
Quando tudo está perdido
Eu me sinto tão sozinho
Quando tudo está perdido
Não quero mais ser
Quem eu sou...
Quando tudo está perdido
Não quero mais ser
Quem eu sou...
Mas não me diga isso
Não me dê atenção
E obrigado
Por pensar em mim...
Não me diga isso
Não me dê atenção
E obrigado
Por pensar em mim...
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Ô fase fdp!!!
Hoje passei por uma experiência legal... Tive que ligar pro site do cruzeiro pq a meleca do site não me deixava efetivar a compra... Enquanto falei com a primeira atendente, OK, sem problemas... Entendia tudo... Quando ela passou pra agente de vendas... Nossa, me senti burra, não entendia nada!!!!!! A Belinha me socorreu, eu já estava frustrada por não entender muita coisa, até que ela me falou que a menina tinha sotaque californiano. Aaaaaahhhhh, agora tá explicado!!! Malditos sotaques do Oeste americano!!! Me senti menos mal, mas foi engraçado a menina perguntando, eu passando o telefone pra Isabela, a Bela traduzindo em português e eu respondendo em inglês pra ela repetir pra agente! huahuahauhauhauahua...
Estou muito p*** da vida com uma situação... Tenho raiva, e não posso demonstrar. Já estou quase desistindo de ficar próxima. Não sei se é provocação ou se é pra me afastar de vez. Parece com a primeira, mas acho que é um teste pra ver qual é minha reação. Não vou demonstrar. Não vou embarcar nesse jogo (não aparentemente). Mas deixei um recado bem público, e ele parece ter sido entendido, porém evitado.
Odeio joguinhos de provocação. São estas coisas que ainda me irritam no François. Eram estas coisas que me punham em xeque, e que me faziam agir como a adolescente retardada que ainda tem dentro de mim.
Estou cada vez mais decepcionada com as minhas amizades. Cada vez mais distantes, cada vez mais ausentes, só se aproximam por algum interesse.
Estou cansada do meu trabalho. Ouvi indiretinhas hoje em uma reunião. Parece que o feudo está se estendendo, e me segurei pra não explodir.
Preciso voltar a estudar. Urgente! E não falo da faculdade, falo para concursos. Preciso sair de onde estou, antes que eu enlouqueça.
Sinto-me profissionalmente frustrada, afetivamente decepcionada, emocionalmente carente, fisicamente cansada.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Desde o meu aniversário...
Bom, duas semanas se passaram desde o meu último post, e muita coisa estranha tem me acontecido desde então.
Os outros motivos que me fizeram detestar meu aniversário foi que, no dia 08 (sexta-feira) eu marquei de ir no Grill, e marquei lá apenas porque era um ambiente "neutro" entre balada e lugar chatinho. Convidei entre 75 e 80 pessoas... CINCO foram: Magno, Pathi, Wilker, Letícia e Marcelle. Resumo da ópera: comprei uma garrafa de vodka achando que vinha mó galera, não veio ninguém, quando vi já tinha tomado meia garrafa, tomei um porre e fui dormir na casa da Pathi.
Mas o que me magoou não foi o porre: foi ver que o tempo foi passando, que tanta gente me deu certeza de que iria (principalmente as pessoas mais próximas: Kika, Vivian, Marcia, Isabela, Paula) e que todo mundo me deu o cano. Senti-me péssima. Bateu novamente uma sensação que eu conhecia muito bem quando era adolescente: a de que não gostam tanto de mim quanto eu achava. Senti-me sem importância nenhuma na vida destas pessoas, sem nenhuma prioridade. Eu quase desmarquei esta merda por causa do Tuxi, só não o fiz em consideração às pessoas que eu tinha convidado e o que aconteceu? Bela consideração dos outros para comigo!
Eu ainda esperava que, no dia seguinte, algumas pessoas me ligassem para dar uma satisfação. Mas isso a gente só faz com quem é importante pra gente, e logo ninguém me ligou.
Depois disso, mais a pancada do Tuxi que já tinha me abalroado no começo da semana, bateu-me uma tristeza e uma carência que há muito não sentia. Uma carência funda, velada, uma sensação de solidão extrema que não me acometia (falei bonito, né? rsrsrsrs...) desde sei lá... Desde aqueles anos em que eu tinha aquelas crises de vazio de quem eu sou, o quão minúscula sou diante do mundo e me via em 3ª pessoa (maluquices que não acontecem com ninguém normal!).
Na noite seguinte, fui na Uptown com a Paula e o Rafael (carinha que ela está saindo). Tecnicamente falando, era a última comemoração do meu aniversário. Sabendo-se que só os dois estavam comigo, é fácil dizer como foi. Além de estar chateada da noite anterior, mais a carência que me bateu depois que o Tuxi nos deixou, ainda fiquei segurando vela de casal recém-apaixonado.
E as coisas estranhas começaram aqui: nesta mesma noite, pedi para vir embora mais cedo. No sábado seguinte, Revival (que eu já fui sem querer ir) e também pedi para vir embora mais cedo. E nos demais dias, nem saí.
Estou assustada. Tenho medo. Tenho chorado com uma certa freqüência, tenho ido muito menos às baladas, tenho dormido demais e sorrido de menos. Acabou aquela fortaleza indestrutível da Larissa. Aquela alegria contagiante, aquele pique a 1.000km/h, aquela auto-estima lá no teto desmoronou.
Todas aquelas pessoas não tem idéia do quanto me machucaram, do quanto elas eram importantes na minha vida e o quanto senti falta delas. E o Tuxi sabia o quanto era importante na minha vida, mas chegou a hora dele partir e não pôde ficar mais tempo comigo. E é muito ruim chegar em casa de noite e não ouvir o miado dele, nem sentir aquela bolinha de pelo dormindo nas minhas pernas nas madrugadas.
Acho que eu não tinha sentido tanto quando meu namoro acabou porque eu me vi rodeada de amigos e também de novos "amores". E apoiada pela família. E quando me vi sem amigos, me vi de novo naquele estado de "alerta" que eu sempre vivi e que é o responsável pelo meu dedo-podre - aversão a estar sozinha. E é assim que eu tenho me sentido. Não tem mais baladas, mas não pelas baladas em si, mas pq cada pessoa começou a se voltar para "outros lados" e não me incluem nestes lados. Algumas começaram a namorar/enroscar, outras se voltaram a outras amizades e, como sempre, eu sobrei. Sem amigos, sem enrosco, sem baladas, sem calor humano, sem gargalhadas e histórias pra contar.
E é nessas horas que desperta o lado invejoso e egoísta que todo mundo tem e tenta controlar. Jamais da Marina e da Pathi, elas estão "imunes" (rs...). Mas vejo certas pessoas que estão conhecendo outras pessoais legais e eu sem nenhum enrosquinho pra passar o tempo... Pessoas que se casaram e a minha vida parada no tempo... Pessoas que passaram pela minha vida, me pisaram, me esqueceram e estão felizes com outras pessoas... Pessoas que se divertem e eu dormindo em casa. A vida correndo lá fora e eu olhando a chuva pela janela.
Estou mal. Muito triste. Sinto muita falta dos tempos de balada até 8h da manhã, Tuxi saudável, amigos, amores, paixões e emoções. Sinto que joguei fora quase dez anos da minha vida desde que terminei meu colegial e não concluí nada que comecei.
Se é uma fase, quando ela acaba? Alguém me socorra, preciso de um colo, não estou bem e não quero gritar pra quem não me olha.
domingo, 10 de janeiro de 2010
Um momento de muita, muita dor
Sinceramente, tô começando a acreditar no que a Pathi falou: Ano Novo é só mais uma madrugada. Porque o ano mudou, mas a fase ruim continua.
Essa semana foi meu aniversário e mais uma vez o karma se confirma: acho que foi uma das piores semanas da minha vida.
No sábado passado, o Tuxi estava muito ruim e o levamos ao veterinário. Meu "presente" de aniversário de 26 anos foi aplicar a primeira injeção da minha vida: Buscopan no Tuxi pra que ele parasse de sentir dor.
Na segunda-feira, dia 04, ele piorou mais ainda. Não comia nem tomava água e ficou fraco, já não estava andando mais e sim se arrastando. Chorei muito - um choro misturado com gritos de dor, uma dor que jamais imaginei que pudesse sentir. E senti também que a perda era iminente e no dia 05 não quis trabalhar para ficar com ele.
Depois de quase 18 anos de companheirismo, de dedicação, de amor incondicional, o Tuxi nos deixou no dia 05 de janeiro, ao meio-dia. Parece que ele estava esperando apenas que o meu aniversário passasse. Ele morreu nos meus braços, no meu colo, totalmente sem forças até para mudar de posição. Como está doendo essa perda! Quando chego em casa, ainda parece que vou encontrá-lo deitado no chão da sala ou no sofá me esperando para dormir. Estranho o espaço no banheiro sem a caixinha dele de tantos anos, sem o pote de ração ou de água. Sinto como se ele ainda estivesse nesta casa, sinto a sua presença aqui forte como sempre. Me pergunto se isso é porque a ficha ainda não caiu ou se o espírito dele ainda está aqui, tomando conta da gente.
Na hora da perda, quis terminar com dignidade uma história linda que tinha começado há tantos anos. Escolhi o lugar para enterrar - um jardim muito verde, bem cuidado, e perto de casa para que eu possa ir lá sempre que sentir saudades. Há muitos anos, eu o trouxe para casa numa caixinha de sapatos. E foi numa caixa que o levei embora, no meu colo, chorando sobre o corpo vazio de espírito. Nessa hora, nem a religião me confortou. Senti pela primeira vez o que realmente é a perda de alguém querido, sem poder fazer nada para evitá-la. E descobri que tudo o que já chorei por namoros e besteiras é tudo um monte de lixo que não merecia uma única lágrima. A perda do Tuxi, sim, é que doeu fundo. E ainda dói. E lembrar dele me faz sorrir, mas também me faz chorar. É um amor eterno que nunca vai sumir, e é um companheiro que eu jamais vou esquecer. Que me fez companhia em todas as tardes sozinhas nos tempos de escola; que ficou ao pé da minha cama em todas as vezes que operei por algum motivo; que dormia comigo todas as noites encaixado entre as minhas pernas. Como sinto saudades desse gato!
Esse post vai ser somente do Tuxi. Agora estou incomodada com outras coisas também, mas ele foi e sempre será o nosso "guardião branco" como a minha mãe botou no Orkut, e ele merece um espacinho só dele aqui no blog.
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
O meu "famoso" checklist!!!
Esse post é pros amigos mais chegados...
Eu vivo dizendo "ah, fulano é legal mas ainda não é ele". Ele é o tal cara que vai me fazer perder o fôlego, ter saudades, me sentir amada por completo (sim, eu já senti isso antes, então não me encham a paciência pq eu sei que não é impossível).
Quem assistiu "Encontro Marcado" sabe do que eu estou falando.
E enfim, quando a gente vai se aproximando dos 30, vai ficando mais exigente porque não quer e também não tem mais muito tempo a perder "experimentando". As escolhas vão sendo mais conscientes, menos impulsivas, menos infantis.
Eis então o famoso checklist que eu coloquei na minha vida afetiva. Se não passar nestes itens, não vai dar certo, cedo ou tarde o fim será inevitável:
- Carinhoso (isso é fundamental! não gosto de gente melosa, mas todo mundo gosta de carinho)
- Cavalheiro (homem que te abre a porta do carro, que te faz se sentir mulher, é tudo de bom!)
- Que não seja grudento (não gosto que fiquem me telefonando 412.843 vezes por dia, me sufocando, me perguntando se eu almocei, porque não atendi ao telefone, se fui no banheiro, se escovei os dentes...)
- Saiba dirigir (sinceramente, tô de saco cheio de dar carona pra homem! Não tenho mais saco pra dirigir em Santos. Não precisa ter carro, eu empresto a chave do meu, mas quero ser dondoca de vez em quando)
- Goste de balada (porque EU gosto de balada, gosto de dançar e não quero mais um namoro que me faça mofar em casa)
- Goste de viajar (tem coisa melhor do que conhecer tantos lugares que existem???)
- Seja bom de cama (porque se prender a alguém "mais ou menos" não dá - e quem já teve um cara bom na cama sabe a diferença e se torna exigente. Por que se satisfazer com bolacha maisena se podemos ter torta holandesa???)
- Goste de futebol (e de preferência, que seja santista, porque eu quero ir na Vila e não quero ir sozinha)
- Fumante (ser fumante e namorar um não-fumante foi uma das piores escolhas que já fiz, isso é um saco)
- Inteligente (eu falo pelos cotovelos, mas gosto de CONVERSAR, e não de MONOLOGAR - quero alguém que me acompanhe nos meus assuntos)
- Que tenha projetos de vida (pessoas que não os tem, não sabem o que querem da vida e andam sem rumo e deixam o tempo passar)
- QUE SAIBA RECONHECER AS MINHAS QUALIDADES (sem isso, tô fora!)
- Que saiba se comportar em reuniões de família (a minha família é grande, a gente sempre se reúne e não vou mais admitir gente emburrada do meu lado quando fazemos os encontros)
- Que não seja pagodeiro, nem funkeiro, nem metido a cowboy (senão vai querer me arrastar pra esse tipo de balada)
- Que seja bonito (eu também sou humana, né? busco a evolução espiritual, mas também sou de carne e osso)
- Que tenha um emprego ou um trabalho (senão acaba se pendurando em mim, ou de novo eu tentando empurrar a pessoa pra crescer)
- Que tenha A pegada (antes do sexo, vem a pegada, pq se a pegada não for boa nem dá pra continuar)
- Que goste de dormir abraçado (eu AMO isso, menos quando é verão e não tem ar condicionado pq eu odeio calor)
- Que me diga que sentiu saudades
- Que me faça uma surpresa de vez em quando
- Que me INCLUA na sua vida e se INCLUA na minha, e não que comecemos uma vida nova afastada dos nossos amigos
Bom, basicamente, esse é o checklist. Eu sei que é longo e cheeeeio de exigências. Mas se eu não encontrar tudo isso, prefiro continuar solteira como estou agora.
Porque, se for pra me amarrar, tem que ser PRA ME FAZER FELIZ!!!
domingo, 20 de dezembro de 2009
Sentindo-me A idiota!
Olha, sinceramente, às vezes eu faço coisas que eu não sei o porquê, crio expectativas e depois me arrependo até o último fio de cabelo!
Hj deu tudo errado, queria ir pra balada, acabei não indo pra lugar nenhum, daí o Tande me ligou. E eu estava mesmo toda montada, não queria ficar em casa, e já fazia tempo que a gente dizia que ia sair e nunca rolava. E lá fui eu.
Acabou que rolou. Muito mal MESMO. E eu decidi que, não importa o quanto eu esteja a fim, eu não vou mais sair com alguém que não demonstre por mim um mínimo de carinho. Nem que seja falso. Senti-me usada, objeto, e não que da minha parte tivesse um sentimento ou algo assim.
Eu tenho um lado A que é racional, objetivo e frio. E um lado B que é sensível, que cria expectativas e que também se arrepende. Um lado que é carne e outro que é coração. E foram pequenos detalhes que fizeram a diferença entre um encontro legal e um encontro de merda. Detalhes do tipo, acordar e se trocar mas não me chamar - tive a sensação de um "vc não vai embora, não?"; do tipo eu ir ao banheiro e ao voltar vê-lo todo vestido, deitado; do tipo dormir e nem falar um "boa noite".
Não pude evitar a comparação entre este tipo de encontro e como era quando estava com aquele amigo. Alguém que me mandava mensagem quando chegava em casa e que me dava um beijo de "bom dia" quando me deixava; alguém que abria a porta do carro pra mim; alguém que depois de "tudo feito", me abraçava pra dormirmos; alguém que, apesar de não existir um sentimento de amor, mas me tratava com carinho.
Pois é, me arrependi pra kct. Fora isso, tem o fato de alguns "contratempos" na cama que me incomodaram da forma que aconteceu. Pensei no que a Pathi me falou, de ser uma mulher que assusta os homens, mas não foi o que eu senti que de fato aconteceu. Posições. Isso também é algo que pesa. Alguém que só "conclui" sem olhar na sua cara, sinceramente é o fim!
Na boa, fechei a fábrica até segunda ordem. Não quero e não vou mais me permitir algo sem um mínimo de sentimento, sem um mínimo de carinho. Algo que não foi plantado e cultivado até que se chegasse ao "finalmente". Apesar do que eu já aprendi sobre envolvimentos, tem horas que eu me comporto de uma forma (inerente ao meu lado A) que depois o lado B se arrepende. E eu não vou mais me permitir esse conflito.
Já falei que eu estou esperando aparecer a pessoa que vai me tirar o fôlego, que vai trazer um colorido novo pra minha vida como foi com o amigo. Alguém que vai me alegrar o dia apenas pelo fato de nos falarmos ou de me ligar. Alguém que eu vou olhar nos olhos e não ter vergonha de ser exatamente quem eu sou.
A cada coisinha destas que me acontece, eu aprendo um pouquinho mais sobre quem eu sou, o que gosto e o que espero desta vida. Estou vivendo uma fase de uma descoberta muito mais profunda, a descoberta do "eu". Acho que nunca antes me permiti experimentar esta sensação de não ter pressa, não ter ninguém me influenciando, não me moldar às pessoas que deveriam me complementar e não me mudar. Mas eu tenho cometido um erro crasso: se eu quero evoluir de dentro para fora, eu preciso aprender a preservar a minha embalagem, pois não existe ser pleno de autoconhecimento sem uma valorização de si mesmo.
Novos rumos, novas decisões. Novo passo rumo à plenitude de mim mesma.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Muitas, muitas coisas me irritando
Vamos por partes.
Primeira, breve resumo pra não me desgastar muito: os avisos que eu tive sobre a Thalita e o François se confirmaram. Peguei ódio dela porque, já não bastasse mentir olhando nos meus olhos, ainda achou que era uma "ótima idéia" me contar detalhadamente como aconteceu. Além de vaca e mentirosa, é burra. Isolei da minha vida. Bola pra frente.
Voltando ao Rafael: já desencanei. Só mais um rostinho bonito. Às vezes quando a gente sai acho que ele é meio bobo. Quem sabe não foi até bom não ter rolado mais nada?
Saí com uma pessoa da facul. Rapaz fantástico, o sonho de toda mulher pra casar, mas certas diferenças nos afastam. Até das minhas notas (baixas) ele fica indignado que eu não ligo, e eu dou risada. Gosto dele, mas também é homem, então também não vai ter ibope tanto quanto qualquer outro. Se tiver que ser, vai ser. Se não for, paciência.
Não lembro se contei no último post, mas eu vou sair de diligenciadora (graças a Deus!) pra compradora. E isso é bom porque eu já estava de saco cheio de corrigir cagadas alheias. Foda agora é botar todas essas pilhas de processos em dia. É osso!
Voltei a embalar na fotografia. Trabalhando pra Meg, conheci o Lima, que também me chamou pra fazer freelance. São duas pessoas legais, que dividem o que sabem e têm uma visão sadia de concorrência e parcerias. Não quero anunciar, não quero clientes. Freelancers ganham menos, mas também se aborrecem menos. Isso é meu extra, não quero encheção de saco. Quero estudar pros meus concursos, pro meu CPA-10, saí dessa vida de prestadora de serviço.
Agora, o que me aborrece: eu tenho que terminar tudo até 31 de dezembro, mas a poha da torneira não fecha! Todo dia me passam mais 15, 20, 30 processos - e eu vou ter tempo de acabar tudo isso quando????????
Ontem fui fazer freelance: a **** da dona me amarra meia hora a mais, fica tomando cerveja e acha que ninguém trabalha no dia seguinte - ontem foi uma terça-feira!
Clientes caloteiros - já larguei mão de todos. Quando me procurarem, entrego. Se sumirem, esqueço. Azar.
Cliente chato - muda todo o dia as fotos que escolheu, não sabe o que quer, nem como quer, mas nada do que você faz está "como ele imaginou". Vontade de enforcar! Gente indecisa só atrapalha!
Estrupício que trabalha comigo: tenho vontade de enforcá-lo pelo menos umas cinco vezes durante o dia, todos os dias.
Minha mãe me cobrando o estado do meu quarto - eu não tenho tempo nem de fazer a sobrancelha, que dirá de arrumar o quarto!
Fotinho da véspera do feriado do dia 20 (Consciência Negra). Muitas pessoas que amo numa mesma foto. ADOOOOOOOOOROOO!!!
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Motivos pelos quais eu ODEIOOOO o verão!
- Os pernilongos saem de outra dimensão e conseguem te picar por cima de uma calça jeans
- Tomo banho, seco o cabelo, escolho uma roupa, faço uma super maquiagem mara: saio do ar condicionado, horas de trabalho derretem, a roupa amassa, o cabelo fica estranho (e mais um pouco, já tá oleoso) e não há perfume que não fique horrível misturado com suor!
- Saio direto do trabalho pra faculdade e tenho a sensação de passar uma semana sem tomar banho
- Quero abraçar as pessoas, mas tenho vergonha de que elas encostem no meu ombro ou nas costas porque estou sempre grudando
- A roupa bonita esquenta e a roupa fresca nunca é tão bonita quanto a quente
- Quero usar vestido, mas meia-calça me cozinha!
- Não posso usar minhas boinas porque minha cabeça começa a coçar do suor
- A pele resseca
- Os pelos nascem muito mais depressa
- A pele fica cheia de cravos que, com o passar dos dias, criam um complô e enchem seu rosto de espinhas justamente naquele dia da balada top ou de um encontro que vc se preparou a semana inteira
- Todos acham que eu sou um ET porque não gosto de praia
- Chove torrencialmente por dois minutos e, além do calor que já estava antes, sobe um bafo quente do chão que eu me sinto num gêiser seco!
- Minha pressão cai
- Me sinto mais lerda
- Tenho mais preguiça
- É horrível pra fazer escova definitiva porque é impossível ficar 3 dias sem suar na nuca!
- Quando namoro, não dá pra ficar "abraçadinha" se não for com ar condicionado
- A conta de luz multiplica por cinco (tome 3 banhos de 20 minutos, use o secador de cabelos e o ar condicionado ao mesmo tempo, mais a noite inteira com o ar ligado)
- No inverno, você sempre sabe se um homem é cheiroso. No verão, todos estão suados e você sempre acha que vai passar - e não tem nada melhor do que homem cheiroso, né? (OK, precisa de outras qualidades, mas perfume masculino é TU-DIM DI BÃO, né?)
- As crianças brincam na rua e, com certeza, sobrará uma bola, pedra ou a própria criança em cima do seu carro
- Andar meia quadra já te deixa morrendo de calor (aliás, nem precisa andar para isso!)
- O homem com "predisposição genética" pra ser canalha fatalmente te colocará um chifre no verão: o sangue ferve, as roupas encolhem, as vadias se mostram e os canalhas se apresentam!
Precisa mais motivo??????
Quando eu me lembrar, coloco mais, agora tenho que ir embora (até que enfim!)
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Ser apaixonável é uma merda!
Ontem era um dia q tinha tudo pra ser morno, depois td pra ser bom, e terminou uma droga!
Eu tenho prova de Matemática Financeira hj (e estou precisando de nota), tenho o freelancer de sábado pra tratar, as diagramações, enfim: estava mais do q decidida a ficar em casa.
Até q a Mah ligou chamando a Fê e eu pra irmos num churras e q o Rafael estava lá.
Eis q a besta aqui se empolgou toda, se trocou voando, pegou a Fê em casa e lá fomos nós.
Bom, resumindo muuuuuuuuito toda a história, foi legal, dei muita risada, apliquei alguns Reikis (estava precisando pra caramba!), bebi, cantei... Mas o Rafael, esse ficou meio que de longe a noite toda e isso me chateou. E mais do que eu imaginaria.
Já era previsto, era sabido, eu já tinha analisado a situação toda... Mas tem certas coisas das quais a gente jamais deveria ter certeza! Eu sei, estávamos na frente de todos os amigos e talz... Mas se ele realmente quisesse, teria dado um jeito de falar comigo (aliás, ele e a Fê ficaram conversando mto tempo sozinhos... Não pela Fê, mas não posso negar q bateu uma pontinha de um "queria ser eu lá"), mandava recado pela Mah, sei lá.
Foda. Tô chateada. Estragou o fim do meu domingo e o começo da minha semana. Melhor seria não ter visto.
E daí, como o mundo é redondo e tem horas que eu fico tonta e queria parar e descer, hj a Mah me pergunta se eu ficaria com outra pessoa que eu prefiro não colocar o nome pq algo tá me dizendo que vai ler isso daqui, e não quero fechar o acesso ao blog pq é algo meu. Meu, que bosta, pára a roda-gigante q eu tô zonzaaaaa! Quero desceeeeer!
E ontem de noite que vi, o Yuri me ligou o fds inteiro, tanto no sábado quanto no domingo (explicando, isso aconteceu na quinta-feira passada). Ô cigana fdp! Tô de camarote assistindo tudo que ela disse se concretizar, e cada vez que acontece fico boba da precisão das coisas que ela disse.
Que merdaaaaaaaaaa! Odeio quando fico nessas fases de me sentir burra! Odeio quando a Larissa racional e exata fica dopada assistindo a Larissa burra tomando decisões estúpidas!
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Coisas que mexeram comigo...
Hoje não posso, de forma alguma, citar nomes - embora seja muito óbvio se a pessoa em questão ler. Mas a quem não conhece (e poucos são os que sabem de algo tão antigo), não entenderá bulhufas! rs...
Bom... No dia de Santa Edwiges (coincidência???), tive horas lindas de uma declaração de carinho e afeto. Ouvi palavras muito doces, tive certezas que queria ter há quase treze anos...
Li e ouvi algo que quis ouvir durante muuuuito tempo e que mudou todo o meu ponto de vista sobre uma história que durou anos e que, até hoje, ainda era meio nebulosa... E descobri que, em todo aquele tempo, vivi uma linda história de amor. E, como todo conto de fadas, sempre algo dá errado! rs...
Antes, um fator biológico contra o qual não se podia lutar (e que hoje eu entendo perfeitamente). E então, quando tais empecilhos começaram a se diluir pelos anos, eu me cansei de esperar.
Ouvir e ler tudo o que soube naquela sexta-feira (que por sinal tinha sido um dia horrível até aqueles momentos) foi algo muito bom, muito mágico. Mudou até a minha descrença sobre amor. Afinal, LDP (Larissa do Dedo Podre!) descobriu que, ao menos uma vez na vida, viveu um amor da forma que sempre quis - ainda que, na época, não soubesse disso. Um amor repleto de carinho, de respeito, até de certa resignação. E de tudo isso, sobrou ainda um carinho muuuuuito forte, acho que dos dois lados!
O ruim disso tudo foi que, nos últimos tempos, LDP também é LAP (Larissa Altamente Apaixonável) e LAS (Larissa Altamente Sensível). E, trocando em miúdos, isso tudo mexeu MUITO comigo. Como dizia o Dan sobre eu querer explicação do porquê a lagartixa caminha pela parede, comecei a me perguntar porque as coisas tinham acontecido desta forma, se eu deveria ter esperado mais e blá-blá-blá.
Enfim: isso mexeu, sim, comigo. Trouxe à tona muuuuitos pensamentos, muitas coisas que eu analisei lá atrás... Tocou no meu lado adolescente que ultimamente não tem dormido tão profundamente assim. Mas tenho que ter consciência de que, se antes foram fatores "biológicos", hoje são fatores morais e legais. Portanto, a história foi linda, mas já foi. É passado, e é nele que os corpos devem continuar enterrados...
Esse mundo gira tanto que até me deixa tonta!!!
Desculpem aos pouquíssimos amigos que me seguem... Mas hoje eu tive que acrescentar muita coisa que tem acontecido nos últimos tempos, embora eu ainda não tenha terminado o post anterior em mais de dois meses.
Whatever... Vamos ao que interessa!
Santos é um ovo, como todos sabem, e há mais ou menos um mês conheci uma pessoa fantástica, a Márcia. Nos conhecemos através da Sheilinha, e madrugada (e tequilas) adentro descobrimos que o François a havia adicionado no MSN há uns dois ou três dias por intermédio do Renato (amigo da praia) e que ele estava de xavequinho. Rimos muito da coincidência, e estamos cultivando uma amizade muito legal!
Dias se passam... Eu não toquei no assunto com ele (não achei que merecesse tanta atenção e também que seria muito constrangedor), mas no feriado (12/10/2009) ele que veio falar sobre o assunto... "Tirando satisfações" de até quando eu falaria mal dele pra meio mundo. Eu disse que, quando contei sobre a "nossa" história, não citei nomes e jamais imaginaria que eles se conheciam mas que, ainda que eu soubesse, isso é parte da MINHA história e, se eu quiser até publicar no Orkut, é um problema meu. Moral da história é que, pela primeira vez, acabamos falando sobre sentimentos e que ambos esquecemos um ao outro (na verdade, eu fui a primeira a fazer questão de falar nisso, já pra reforçar que esta página foi virada).
Achei que ele fosse se emputecer como com o lance do tênis (ele tinha me pedido pra comprar um tênis no meu cartão de crédito e eu neguei), mas pelo contrário, nossa amizade ficou bem melhor!
Aí beleza... Quarta-feira passada fui no Juá, encontrei a Márcia... Ela já tinha me avisado, e alguns minutos depois ele chegou. Ficou bege quando nos viu juntas, não sabia quem cumprimentava, e eu numa boa. Quando descemos, ele estava na pista cercando a mulherada, o que ele tá mais é certo já que é solteiro, tem mais é que pegar mesmo.
Passaram-se algumas "meia-horas", e pra resumir muito eu fiquei com um cara muuuuuuuuuuuuuuuito gato... Só que tipo, eu estava andando se ele estava no Juá ou não. Não estava escondendo nada de ninguém. E quando vi, ele estava a uns 5m de onde eu estava ficando com o carinha... E PEGANDO UMA MENINA MUUUUUUUUITO FEIA! Cabelo alisado (duuuuro pra kct, num era progressiva, não), corpo feio, cara pior... Tipo, mó contraste o meu "controle de qualidade" atual e o dele... Ele achou que eu não tinha visto, se agachou e saiu correndo com a menina, acho que até de vergonha. Uns quinze minutos depois, eu o vi no bar bebendo um copão em três goladas, era nítido que ele estava furioso e bebendo pra dar porre mesmo.
Daí blz. Eu nem falei nada que tinha visto essa cena... Continuei com o carinha, curti minha noite e que se dane... Mas tipo, é CLARO que, por mais que eu tente, não dá pra não sentir aquele gostinho doce na boca... O que é péssimo pra mim, sei que é horrível o q senti (ok, ainda tô sentindo esse gostinho ainda), mas é inevitável! E o pior foi ele, no dia seguinte, vir falar comigo no MSN e soltar que "não está dando conta das mulheres que tem". Eu estava em casa, eu ria, mas eu ria de gargalhar... Achei um comentário muito ridículo, mistura de desespero com infantilidade, mas enfim...
Aí ontem a Ci me mandou e-mail e falou pra eu chamá-la no rádio q ela tinha babado pra me contar... Resumindo os intervalos, hj de manhã nos falamos... Ela disse que deu de cara com ele no Pão de Açúcar da Ponta da Praia, com uma velha HORRÍVEL! Disse que ela, mãe de quatro filhos, perto da velha se sentiu uma cocotinha! Cabelo loiro desbotado e manchado, raiz sem retoque, muito bagulho!
E aí eu ri mais ainda... De como é engraçado saber que, de uma certa forma, tudo isso aconteceu depois que eu não quis voltar atrás e ele percebeu que eu era "a mulher da vida dele". E o quanto ele está se rebaixando, tentando aumentar o NÚMERO de mulheres, mas sem qualidade nessa escolha... E me vendo com um cara gato... E tomando toco na minha frente (e vários, e muitos, e em dias diferentes, lugares diferentes)...
Eu chorei tanto quando tudo isso acabou... Achei que não fosse suportar, que nunca fosse esquecer, que fosse recair... E pela primeira vez na minha vida inteira, senti prazer ao ver sofrendo quem me fez sofrer... Muito mais do que senti quando ainda gostava do Sandro. Talvez isso se deva à intensidade da dor que já senti um dia, dos desaforos que já ouvi, das humilhações, das cobranças...
A minha vontade, só de pirraça, era entrar no Orkut do François e deixar um "Ae Fran, o terror da terceira idade, hein? Realmente, é difícil dar conta! rsrsrsrsrs" (tô me segurando pra não fazer!)
A música que eu dedicaria a todo o desenrolar dessa história:
Não espere eu ir embora pra perceber
Que você me adora
Que me acha foda
Que você me adora
Que me acha foda
terça-feira, 25 de agosto de 2009
TÔ NA MERDAAAA
Não consigo escrever agora... Nem do Renascer eu consegui escrever até hoje... Que dirá do que aconteceu hoje...
Desconfie do Destino e ACREDITE EM VOCÊ!!!
Desconfie do Destino e ACREDITE EM VOCÊ!!!
(Luís Fernando Veríssimo)
Ainda pior que a convicção do não,
a incerteza do talvez, é a desilusão de um "quase".
É o quase que me incomoda, que me entristece,
que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.
Quem quase ganhou ainda joga,
quem quase passou ainda estuda,
quem quase morreu está vivo,
quem quase amou não amou.
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos
dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias
que nunca sairão do papel por essa maldita mania de
viver no outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna;
ou melhor, não me pergunto, contesto.
A resposta eu sei de cor,
está estampada na distância e frieza dos sorrisos,
na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados.
Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz.
A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.
Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a
alegria e a dor, sentir o nada, mas não são.
Se a virtude estivesse mesmo no meio termo,
o mar não teria ondas,
os dias seriam nublados e
o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma,
apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Não é que fé mova montanhas, nem que todas as
estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não
podem ser mudadas resta-nos somente paciência, porém,
preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é
desperdiçar a oportunidade de merecer.
Pros erros há perdão;
Pros fracassos, chance;
Pros amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma.
Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque,
que a rotina acomode,
que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em você.
Gaste mais horas realizando que sonhando,
fazendo que planejando,
vivendo que esperando
porque, embora quem quase morre esteja vivo,
quem quase vive já morreu!!!
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Aliviando o coração
Este fim de semana eu fiz TUDO errado!!! Tuuuuuuuuudooooo! Tô me sentindo mais besta do que quando eu tinha dez anos de idade!!! Bostaaaaa... Esperei tanto chegar a droga do sábado pra tomar um porre e pagar mico!!! Que merda...
Whatever! Este fim de semana decidi fazer um Renascer diferente: botei pra fora todos os sentimentos engasgados que eu estava engolindo! Falei pra todos os meus amigos o quanto os amo, mandei o Flávio andar, mas pra quem eu devia nem bêbada eu consegui falar... Mas acabei escrevendo, e não tive resposta.
Decidi desistir. Já aliviei minha alma, falei o que sentia. Pronto. Acabou. O sentimento é meu, vou ficar com ele até quando ele achar que deve estar aqui, mas não espero mais nada, não crio expectativas, não procuro mais. Se eu morrer, pelo menos não levo isso comigo pro túmulo, porque eu acho que nada do que sentimos deve ser levado daqui, nenhum arrependimento pelo que deixamos de fazer, então tá feito.
Fim de semana de festas, festas, festas! Sexta ao meio-dia, almoço de niver com a Sheilinha; final da tarde, happy hour de despedida do Herlan; depois da facul, aniversário da Bete. Sábado, festa da Sheilinha no Central (onde, aliás, me aborreci profundamente e nem sei se ainda volto).
E aqui começaram as merdas... Esqueci e tomei o remédio, misturado com cerveja demais, sakerita demais, tudo demais... E me ferrei na tequila de novo... Dessa foto aqui, eu nem me lembrava que tinha tirado, alguns minutos depois e eu já tinha ido pro espaço...
E o Flávio cara-de-pau marcando plantão na porta... Sem comentários!
Domingão... Que maravilha, ressaca braba!!! Passei mal dormindo e nem vi... Depois mandei o que eu senti vontade de falar... Fui trabalhar, tirar fotos com criança mimada, e por dentro o estômago revirando... E passei o resto do dia dormindo! Já tardão fui instalar o roteador... E não tive mais notícias.
E o silêncio pra mim foi a mais objetiva das respostas. Enfim. Tô brava comigo mesma, tô triste pq agora estou encarando a realidade, voltando a pisar no chão... Outro recomeço, reformulando conceitos... Definitivamente, eu preciso voltar a me "proteger" de certas coisas... Não estou morrendo, mas estou sentindo saudade... E não sei conviver com saudade, sinto vontade de "matá-la" o tempo todo... Vivendo, aprendendo, errando e se f***endo!!!
Domingão... Que maravilha, ressaca braba!!! Passei mal dormindo e nem vi... Depois mandei o que eu senti vontade de falar... Fui trabalhar, tirar fotos com criança mimada, e por dentro o estômago revirando... E passei o resto do dia dormindo! Já tardão fui instalar o roteador... E não tive mais notícias.
E o silêncio pra mim foi a mais objetiva das respostas. Enfim. Tô brava comigo mesma, tô triste pq agora estou encarando a realidade, voltando a pisar no chão... Outro recomeço, reformulando conceitos... Definitivamente, eu preciso voltar a me "proteger" de certas coisas... Não estou morrendo, mas estou sentindo saudade... E não sei conviver com saudade, sinto vontade de "matá-la" o tempo todo... Vivendo, aprendendo, errando e se f***endo!!!
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Outra poesia...
Nossa, estou me desconhecendo!!!
Nunca gostei tanto de poesia quanto ultimamente!
Sempre gostei de ler, é verdade, mas o "trabalho" da interpretação múltipla nunca me fascinou até então.
Coisas de um coração revigorado, de uma vida que respira novos ares talvez...
Eu sei, mas não devia
(Marina Colasanti)
Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos
e a não ter outra vista que não seja as janelas ao redor.
E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora.
E porque não olha para fora logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas.
E porque não abre as cortinas logo se acostuma acender mais cedo a luz.
E a medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora.
A tomar café correndo porque está atrasado.
A ler jornal no ônibus porque não pode perder tempo da viagem.
A comer sanduíche porque não dá pra almoçar.
A sair do trabalho porque já é noite.
A cochilar no ônibus porque está cansado.
A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra.
E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja número para os mortos.
E aceitando os números aceita não acreditar nas negociações de paz,
aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir.
A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta.
A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita.
A lutar para ganhar o dinheiro com que pagar.
E a ganhar menos do que precisa.
E a fazer filas para pagar.
E a pagar mais do que as coisas valem.
E a saber que cada vez pagará mais.
E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas que se cobra.
A gente se acostuma a andar na rua e a ver cartazes.
A abrir as revistas e a ver anúncios.
A ligar a televisão e a ver comerciais.
A ir ao cinema e engolir publicidade.
A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição.
As salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro.
A luz artificial de ligeiro tremor.
Ao choque que os olhos levam na luz natural.
Às bactérias da água potável.
A contaminação da água do mar.
A lenta morte dos rios.
Se acostuma a não ouvir o passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães,
a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer.
Em doses pequenas, tentando não perceber, vai se afastando uma dor aqui,
um ressentimento ali, uma revolta acolá.
Se o cinema está cheio a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço.
Se a praia está contaminada a gente só molha os pés e sua no resto do corpo.
Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana.
E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo
e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.
A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele.
Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se
da faca e da baioneta, para poupar o peito.
A gente se acostuma para poupar a vida que aos poucos se gasta e, que gasta,
de tanto acostumar, se perde de si mesma.
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